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Testemunhos (15)

Sexta, 20 Setembro 2013 16:30

A Mãe de Deus em Piedade dos Gerais

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Eu conheci o Vale num momento de tantas incertezas em que eu estava numa procura de algo que mudasse a minha vida.

No momento em que cheguei lá, foi como se estivesse em outro mundo diferente do que vivo. O que mais me impressionou foi a vida daquele povo: pessoas felizes e que vivem a verdadeira felicidade. Lá, eu me perguntava: “Por que vim aqui?”, “Qual era o plano de Deus e de Maria na minha vida?”

No primeiro dia da aparição de Nossa Senhora, começou dentro de mim algo inexplicável; eu comecei a sentir vergonha da vida que levava – eu era uma pessoa arrogante e orgulhosa. Então comecei a me sentir suja, e uma tristeza que doía profundamente invadiu a minha alma.

No segundo dia da aparição ali, diante da Mãe de Deus, eu senti vontade de ser uma pessoa nova; naquele momento eu ‘nasci’ de novo. O meu coração batia forte, algo acontecia comigo e era inexplicável: a Virgem Maria tocava no meu coração. Eu sair de lá me sentindo outra pessoa.

Hoje, eu entendo o propósito de Deus para comigo, Ele queria a minha transformação, a minha mudança de vida.

As pessoas do Vale são pessoas escolhidas, sentimos o amor daquele povo para com todos que eles acolhem, eles dividem o que tem com amor. Ir ao Vale foi um presente do Céu!

Agora, para mim, cada dia é um novo dia que devo lutar para viver o que Deus quer. A porta-voz de Nossa Senhora – Marilda – até pelo olhar ela transmite paz.

Obrigada meu Deus pela oportunidade que o Senhor me deu para ser uma nova pessoa.

 

Rosirene dos Santos Borges, 20 de setembro de 2013 – Guaraí-TO

 

Sexta, 09 Agosto 2013 09:50

Agradecimentos de Ariel Aparecida Fernandes

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 Presente de Deus

 Gostaria primeiro de agradecer a Deus pelo presente que ele deu a mim e a minha família de ter conhecido o Vale. Foi a primeira vez que estive lá e confesso já estou com saudades. Obrigado minha Mãe por tudo isso  e obrigado pelo carinho e acolhida de todos os irmãos, um forte abraço.

Enviado por: Ariel Aparecida Fernandes Azevedo

Divinópolis - MG

 

Envie também seu testemunho ou agradecimento.

 

 

Quinta, 25 Julho 2013 09:14

Testemunho de Humberto Leite

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Este testemunho começa no Carnaval de 2013 e seu desfecho, ocorre na Semana Santa do mesmo ano. Em ambos os feriados, eu estava participando do Retiro Espiritual no Santuário da Mãe de Piedade – Piedade dos Gerais/MG. Como é costume das pessoas que lá visitam, subimos para o Monte das Aparições, por volta das 13:00 horas, para aguardar o início da mensagem. Então, olhando para o palanque – onde a Marilda fica durante as mensagens –  percebi que o chão estava cheio de folhas secas caídas das árvores. Diante desta cena, senti vontade de possuir uma vassoura ou algo semelhante, que me permitisse varrer o lugar; desta forma, quando a Marilda chegasse, estaria limpo para ela subir.

Como não havia mais tempo, a princípio, pensei então que, da próxima vez que lá estivesse, gostaria de ter uma vassoura ou então pelo menos a parte da base da vassoura, sem o cabo, para varrer o chão do local. Não contei isto a ninguém, e confesso que até já tinha esquecido. Voltando ao Santuário na Semana Santa, levei comigo o Anderson; um amigo que visitava o lugar pela primeira vez. Como de costume, fui apresentar para ele as Capelas, a Gruta, as Estações da Via Sacra, etc... Quando nos aproximamos da porteira, que lá existe, a caminho do Monte das Aparições, meu colega andava um pouco à minha frente. Pedi a ele que me esperasse, pois tinha visto um sinal do Céu, e era para mim. Olhando para minha direita, vi no cantinho do barranco uma base de vassoura usada. Experimentei naquele momento uma sensação muita forte e muita bonita no meu coração, pois percebi que aquele era realmente um sinal do Céu; a oportunidade de realizar minha vontade e de me sentir útil naquela tarefa. Repito, nem o Anderson meu colega sabia, até então, desta história ocorrida no Carnaval. Ele só tomou conhecimento depois que eu lhe revelei o que estava acontecendo. Peguei a vassoura, continuei andando a caminho do Monte e quando nós chegamos lá, realizei minha vontade de varrer o chão do palanque. O Anderson ao final até me ajudou, mas sem dúvida foi e sempre será para mim um inesquecível presente do céu, e mais uma prova do quanto o Céu ouve nossos pensamentos. Glória ao Pai, ao Filho e ao Divino Espírito Santo! Como era no princípio, agora e para sempre! Amém!

Salve Maria Santíssima! Sabará, 07 de Julho de 2013.

Humberto Augusto Guimarães Leite

Este testemunho começa no Carnaval de 2013 e seu desfecho, ocorre na Semana Santa do mesmo ano. Em ambos os feriados, eu estava participando do Retiro Espiritual no Santuário da Mãe de Piedade – Piedade dos Gerais/MG. Como é costume das pessoas que lá visitam, subimos para o Monte das Aparições, por volta das 13:00 horas, para aguardar o início da mensagem. Então, olhando para o palanque – onde a Marilda fica durante as mensagens –  percebi que o chão estava cheio de folhas secas caídas das árvores. Diante desta cena, senti vontade de possuir uma vassoura ou algo semelhante, que me permitisse varrer o lugar; desta forma, quando a Marilda chegasse, estaria limpo para ela subir. Como não havia mais tempo, a princípio, pensei então que, da próxima vez que lá estivesse, gostaria de ter uma vassoura ou então pelo menos a parte da base da vassoura, sem o cabo, para varrer o chão do local. Não contei isto a ninguém, e confesso que até já tinha esquecido. Voltando ao Santuário na Semana Santa, levei comigo o Anderson; um amigo que visitava o lugar pela primeira vez. Como de costume, fui apresentar para ele as Capelas, a Gruta, as Estações da Via Sacra, etc... Quando nos aproximamos da porteira, que lá existe, a caminho do Monte das Aparições, meu colega andava um pouco à minha frente. Pedi a ele que me esperasse, pois tinha visto um sinal do Céu, e era para mim. Olhando para minha direita, vi no cantinho do barranco uma base de vassoura usada. Experimentei naquele momento uma sensação muita forte e muita bonita no meu coração, pois percebi que aquele era realmente um sinal do Céu; a oportunidade de realizar minha vontade e de me sentir útil naquela tarefa. Repito, nem o Anderson meu colega sabia, até então, desta história ocorrida no Carnaval. Ele só tomou conhecimento depois que eu lhe revelei o que estava acontecendo. Peguei a vassoura, continuei andando a caminho do Monte e quando nós chegamos lá, realizei minha vontade de varrer o chão do palanque. O Anderson ao final até me ajudou, mas sem dúvida foi e sempre será para mim um inesquecível presente do céu, e mais uma prova do quanto o Céu ouve nossos pensamentos. Glória ao Pai, ao Filho e ao Divino Espírito Santo! Como era no princípio, agora e para sempre! Amém!

Salve Maria Santíssima! Sabará, 07 de Julho de 2013.

Humberto Augusto Guimarães Leite

Sexta, 19 Julho 2013 13:26

Testemunho de José Augusto Sasdelli

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Cópia de capela3

Caros irmãos em Jesus

No dia 10 de maio de 2013 solicitei, por e-mail, o horário da aparição de Nossa Senhora de Piedade para o dia 15-maio-2013.A Equipe do Site me respondeu que seria às 12:00horas.

No dia e horário designado fui , com o meu irmão, até o Santuário e ouvi a mensagem de Nossa Senhora.

Fiquei maravilhado com o que vi e ouvi.As mensagens dela são de amor, paz , unidade  e oração e tocaram fundo no meu coração.Quando terminou a mensagem , a vidente Marilda tocou com a mão as minhas costas  e perguntou se estava tudo bem.

Eu estava tão feliz e contente de estar num local com a presença de Nossa Senhora , que nem consegui responder alguma palavra.

Deus está derramando muitas bênçãos para o Brasil e estas aparições de Nossa Senhora de Piedade são graças especiais.

Agradeço  a Nossa Senhora de Piedade e à Marilda pelas graças que recebi.

Eu tenho muita fé em Nossa Senhora e acredito que aí é um local de bênçãos e milagres.

Eu tenho ouvido as últimas mensagens pela internet e elas têm feito muito bem para mim.

Obrigado , um abraço fraternal!

 

José Augusto Sasdelli,

São Paulo,20-maio-2013

Quarta, 10 Julho 2013 16:42

Testemunho de uma Jovem

Escrito por

312493 464352293622393 1459721699 n"Abençoado(a)s Omar Souki, Marilda Santana, Sergio Robson, Eliane Aparecida de Moarais, Elcio Camargo, Sergio Amorim Dos Reis, Adriana Lucia Silva, Enéas Lopes ,Samuel Cássio e entre tantas outras pessoas que convivi nesta ultima semana,( no Vale da Imaculada Conceição) muito obrigada pelo belíssimo acolhimento e pelas belas partilhas!! Aprendi muito com cada um de vocês, pois vivi experiências lindas na oração, no silencio, na escuta, no trabalho, na contemplação.... Minha espiritualidade cresceu muito, como diz Lili foi só emoção. Foi linda e inesquecível a minha primeira oração do Silêncio com o Omar meu mais novo Pai Espiritual, a recitação do rosário nas ruas de Piedade dos Gerais, as manhãs de orações e a experiência de estar com pessoas especiais, sentimentos profundos e lindos unidos as mais belas experiências do amor fraterno que não olha se você é criança, jovem, adulto, idoso, se falta um braço, se falta a visão, se tem família presente ou não, é o acolhimento do céu, uma divina experiência de ser cuidado por Deus, pois somos todos irmãos e em unidade somos uma perfeita família!!"  Patty Barbosa,  08 de Julho de 2013

 

Enviei seu testemunho ou experiência

 

 

Quarta, 27 Fevereiro 2013 09:45

Testemunho - O padre que sonhava morar no Vale

Escrito por

“Eu sou apaixonado por Nossa Senhora e sinto que esse amor é correspondido por Ela. Não meço esforços para falar Dela. Este é o testemunho de um filho sobre o que sente por sua Mãe. Procuro me esforçar ao máximo para corresponder ao seu chamado de Mãe. Quando eu tinha quatorze anos, em 1990, vim ao Vale pedir pela intercessão de Nossa Senhora para a cura do câncer de minha mãe, Zilda Cândido Moreira, que, na época, estava com 50 anos. Era um câncer de terceiro grau do colo do útero e estava com sangramento constante. Se não houvesse um milagre ela morreria. Éramos pessoas pobres, sem recursos para custear o tratamento, portanto, se não houvesse uma intervenção divina, eu ficaria sem minha querida mãe. Permaneci no Vale durante um fim de semana. Na época eu morava no seminário de Ituiutaba e minha mãe em Ipiaçu, amba s no estado de Minas Gerais. Minha viagem foi através de um convite do senhor Paulo Gomes, um protético de Ituiutaba, que organizava excursões para o Vale. De acordo com ele, uma ida ao Vale poderia significar a cura de minha mãe.

Eu não tinha dinheiro para pagar a passagem. Mas, recebemos no seminário uma senhora que foi nos visitar. Durante a visita, enquanto ela conversava comigo, mencionei o meu desejo de visitar o Vale. Também disse que eu não sabia como conseguiria chegar até lá, pois não tinha dinheiro. A senhora, então, preencheu um cheque que na época equivalia a uns 100 reais hoje. Para a minha surpresa vim depois saber que esse era exatamente o valor da passagem. Como é que ela sabia que esse era o valor que eu precisava, pois na hora nem eu mesmo sabia quanto seria a passagem? Assim começaram os milagres.

Agora que eu tinha a passagem, precisava da autorização do bispo diocesano para poder viajar, pois eu ainda era menor de idade. Quando eu lhe solicitei essa permissão ele, de imediato, até um pouco aborrecido com o meu pedido, negou dizendo: Nossa Senhora está em todo lugar, você não precisa ir tão longe para vê-La. Fiquei consternado com essa resposta. Mas, não desiste daquele sonho, talvez impossível. Eu sabia que para a Minha Mãe do Céu não existem coisas impossíveis. Fui para a capela do seminário e dobrei os joelhos diante do Santíssimo Sacramento e implorei a Jesus que tocasse o coração do bispo. Conversei com Jesus, de irmão para irmão. Eu Lhe disse: Jesus, eu já consegui o dinheiro para viajar, agora me falta a autorização do bispo. Por favor, toque o coração dele para que ele me deixe realizar esse sonho.

Voltei ao bispo dois dias depois e pedi novamente. Para minha surpresa, com a maior tranqüilidade, ele disse: pode ir, então, vai! Mas, no fundo, senti que o bispo, apesar de toda a sua devoção a Maria Santíssima, não estava acreditando na aparição. Sai da sala dele dando saltos de alegria. Oh! Glória! Oh! Céus! Agradeci a Deus por ter-me dado essa graça. As barreiras, os problemas, estavam se transformando em graças. Mas eu não tinha nem idéia das graças que ainda chegariam através da intercessão de Minha Bondosa Mãe do Céu.

Na noite de sexta-feira, quando coloquei os pés dentro daquele ônibus, não pude conter as lágrimas de tanta emoção. Eu estava mesmo indo para o Vale! Era muita graça! Depois de nove horas de viagem, chegamos ao tão sonhado Vale. O dia estava amanhecendo quando avistei lá embaixo o humilde povoado com uma capelinha ao centro. Ao sair do ônibus fomos acolhidos calorosamente pelos moradores. Tudo aquilo parecia mais um sonho do que realidade. Eu me comovi tanto pela simplicidade do lugar, quanto pela generosidade. Era tudo gratuito, a começar pelo café da manhã que nos foi oferecido, assim que chegamos. Esse local tão despretensioso, eu viria depois me dar conta, mudaria a minha vida para sempre. Não só a minha, mas também a vida de minha mãe.

Chegamos ao Vale durante um retiro de carnaval. Portanto, o lugar tinha recebido uns 20 ônibus, lotados de romeiros. Era o mês de março e não parava de chover. Era barro por toda parte. Toda hora caia a energia e tínhamos que fazer fila para tudo, para tomar banho, para fazer as refeições e, até mesmo, para entrar na pequena capela. Mas tudo isso era compensado pela doçura com que Nossa Mãe do Céu nos acolhia. Na época eram duas mensagens por dia, uma pela manhã e outra à noite. As Suas palavras aqueciam o nosso coração.

Naquela manhã de sábado, eu estava ansioso para conhecer a menina que via Nossa Senhora. Para minha surpresa, Marilda tinha a mesma idade que eu. A mensagem foi dada do lado de fora da capela, debaixo de uma mangueira. Antes de Nossa Senhora aparecer, corri até a Marilda e lhe pedi que conversasse com Ela a respeito da situação de minha mãe, que era de vida ou morte. Mas não tive tempo de falar para ela o meu nome nem o de minha mãe.

Foi iniciado o louvor e à medida que se intensificavam as canções e a entrega do povo eu sentia mais e mais um perfume de rosas que dominava o ambiente. Foi quando Marilda caiu de joelhos e disse que Maria estava chegando. Não pude conter as lágrimas. Era o meu primeiro contato direto com o Céu. Para uma criança de 14 anos, que desde o berço tinha sido conduzida pela fé da mãe à uma devoção sem limites a Maria, aquele era, realmente, um momento sobrenatural. Nada no mundo poderia se comparar a emoção que eu senti. Mas, eu ainda teria surpresas maiores.

Depois de terminada a mensagem, me dirige novamente à vidente para saber o que Nossa Senhora tinha falado espeito da situação de minha mãe. Fiquei pasmo, quando Marilda virou para mim e disse: Alex, sua mãe Zilda vai ser curada e no seu coração, de um lado tem um cravo, e do outro, uma rosa. Você é um filho muito predileto. Em lágrimas, eu lhe agradeci. Nesse momento, Marilda me ofereceu um cravo vindo do Céu, um presente direto de Nossa Senhora. Na verdade, ela tinha várias flores nas mãos, mas nem um cravo. Este apareceu depois que estávamos conversando. Mais um milagre!

Quando adentrei o ônibus para retornar ao seminário, era como se eu estivesse deixando para traz o melhor de mim. De fato, eu jamais abandonaria o Vale. Esse lugar sagrado haveria de permanecer para sempre em meu coração realizando milagres após milagres. Posso até dizer que depois do Vale, a minha se tornou um só milagre. Assim que cheguei, tive permissão de ligar para minha casa. Meu pai atendeu ao telefone e me disse que minha mãe havia melhorado de repente. O sangramento estancou e ela voltou à lida normal da casa. Como meu pai era trabalhador rural, minha mãe tinha que fazer de tudo em casa. Ainda meio anestesiado pelas tantas bênçãos derramadas sobre a minha pessoa e sobre a minha família, fui novamente para a capela e conversei com Jesus. Profundamente comovido agradeci a Ele e à Sua Mãe por tudo que tinham me concedi do. Seria eu merecedor de tanta graça?

Eu continuava intrigado a respeito do significado daquele cravo que coloquei em cima da minha mesa de estudos. Ao abrir os livros, eu contemplava aquele presente vindo do Céu. Imediatamente me transportava para o Vale e me perguntava por que eu? Que mensagem estava ali escondida? Mais ainda, Ela tinha me dito que em meu coração, além do cravo, havia também uma rosa. Imagine como ficava a cabeça daquele adolescente que, sim, estava estudando para padre, mas não tinha convicção de sua vocação. Não sabia se realmente conquistaria o sacerdócio.

Tinha que voltar ao Vale. Mas também sabia que teria que enfrentar tanto a falta de dinheiro como a incredulidade do bispo. Será que eu conseguiria o dinheiro? Será que o bispo me deixaria retornar ao Vale? Foram dias, semanas e meses angustiantes. Meu coração dizia que eu tinha que voltar, mas minha cabeça me apontava os obstáculos que teria que, novamente, superar. Certo dia, sem saber de minha angústia, em uma de suas visitas ao seminário, senhor Paulo me perguntou se eu gostaria de retornar ao Vale. A princípio eu achei que era até mesmo uma brincadeira, não podia acreditar no que estava ouvindo. Era bom demais para ser verdade. Mas, e o dinheiro? Assim que surgiu a interrogação em minha cabeça, ele completou a frase: eu lhe dou a passagem. Uau! Agora, sim, já estou lá. Mas, e o bispo? Desta vez, eu sabia qual deveria s er o caminho. Primeiro a capela, depois o bispo. Novamente, dobrei os joelhos e pedi a Deus que me concedesse essa bênção de novo. Mas, seria eu merecedor de tanta graça? Aquela viagem seria apenas a alguns meses depois da primeira. Será que o meu Pai do Céu me daria novamente permissão para ver a Minha Querida Mãe?

Sai da capela e fui ao bispo. Desta vez, eu até me surpreendi com a suavidade de seu sim. Só poderia ser coisa de Nossa Senhora. Aquele homem austero não era de conceder as coisas tão facilmente. De fato, a doçura de Nossa Senhora estava suavizando o coração daquele pastor. Mais nove horas de viagem até ao Vale. Encontrei-me com Marilda novamente e lhe pedi que me desse o significado do cravo e da rosa. Claro que aquela adolescente não saberia a resposta. Mas, se prontificou a perguntar a Nossa Senhora. Perguntei também se poderia morar no Vale. Já não mais suportava a distância que me separava de minha Mãezinha. Sim, eu voltava para o seminário, mas o meu coração ficava no Vale. Nossa Senhora disse para Marilda que o cravo representava o câncer de minha mãe e a rosa era a graça que ela receberia. Também disse, muito co ntra a minha vontade, que eu não poderia morar aqui. Explicou-me que Deus tinha um plano reservada para mim. Mas, eu como adolescente, fiquei inconformado com aquela resposta. Eu queria mesmo morar no Vale. Mas Nossa Senhora não deixou. Que frustração! Que tristeza absurda! Por um lado estava desapontado com a resposta, mas por outro continuava exultante pela cura de minha mãe. Mesmo triste, o meu amor por Nossa Senhora só fazia aumentar.

Como não poderia viver no Vale, decidi entregar-me de corpo e alma aos estudos preparatórios do sacerdócio. Essa dedicação foi regiamente recompensada. Quatorze anos depois fui ordenado diácono. Era o dia 20 de junho de 2004, na paróquia de São Judas Tadeu em Uberaba. No mesmo ano, no dia 12 de dezembro, dia de Nossa Senhora de Guadalupe, na cidade de Sacramento, Minas Gerais, paróquia de Nossa Senhora do Patrocínio do Santíssimo Sacramento. Eu estava com 28 anos. Compreendi, então, porque não poderia ter morado no Vale. Mais uma vez, Nossa Senhora estava coberta de razão. Chorei de alegria!

Fui designado como pároco na Igreja de Nossa Senhora do Rosário em Uberaba, Minas Gerais. Comecei meu trabalho pastoral no dia 13 de junho de 2004. Encontrei uma igreja dilapidada, precisando de uma reforma, mas não tinha fundos para a construção. Ajoelhei-me de frente a uma imagem de Nossa Senhora da Aparecida e lhe expliquei a situação. Implorei por suas bênçãos e graças para que eu pudesse iniciar meus trabalhos. No segundo semestre daquele mesmo ano recebi uma ligação telefônica de uma senhora que me disse ter recebido uma herança. Ela tinha pedido a Nossa Senhora da Aparecida que desembaraçasse o processo e, agora que tinha recebido o dinheiro, queria fazer uma doação para mim. Acrescentou que eu poderia fazer o que desejasse com o dinheiro, só precisava do número de minha conta. Eu lhe forneci o número, mas depois quis conversar mais com ela. Liguei para o número de telefone que tinha ficado gravado em meu celular e, depois de algum tempo, alguém atendeu e me informou que aquele era um telefone público. No outro dia, conferi minha conta e lá alguém havia depositado a quantia de 50 mil reais. Esse dinheiro foi o suficiente para reformar a igreja do jeito que eu queria. Maria Santíssima, minha querida Mãe, mais uma vez demonstrou seu zelo por um filho necessitado. Ao encaminhar aquele dinheiro para mim, ele pôde beneficiar a todos os fiéis que se congregam para louvra e bendizer ao Pai, ao Filho e ao Espírito Santo, sob o teto daquela igreja.

Apesar das atribuições inerentes à função de pastor de um rebanho de aproximadamente 10 mil pessoas, procuro retornar ao Vale sempre que surgem as oportunidades. O que representa uma média de duas visitas ao ano. É o meu oásis espiritual. Aqui estou no colo de Minha Mãe Celestial, que sabe cuidar de mim como filho dileto. Quando estou aqui sou solicitado constantemente pelos moradores, mas não é um trabalho que me cansa, pelo contrário, me edifica. Ao passear pelas ruas do Vale, me recordo daquele adolescente deslumbrado que chegou aqui no meio do barro e que teve que enfrentar tantos desafios, fosse para ir ao banheiro, se alimentar ou até mesmo, para escutar Nossa Senhora. Assim como eu, Marilda também cresceu, mas a amizade e a admiração permanecem. Ela me recebe sempre, como se eu ainda fosse aquele menino que sonhava mo rar no Vale”. (Depoimento do Padre Alex dos Santos — Pároco da Igreja Nossa Senhora do Rosário, Uberaba, MG — em visita ao Vale da Imaculada Conceição no dia 15 de agosto de 2011 — segunda feira)

Livro: Vale do Silêncio

 

20130128191858 eustaquio nas montanhas 376

Minha falta de fé nas Aparições, mas me foi revelado, por Nossa Senhora

Era o ano 1989 eu trabalhava na usina da Cemig e morava em Nazareno a 15 km da usina, quando fiquei sabendo das aparições de Nossa Senhora em Piedade dos Gerais. Imediatamente eu fretei um ônibus e levei umas 40 pessoas até o Vale da Imaculada Conceição. Porém, a minha fé ainda era muito pequena. E assim, estando ali no meio daquela multidão de gente, ao meu lado o meu filho Bruno de sete anos, naquele momento que as crianças estavam ali conversando com Nossa Senhora eu comecei a duvidar. Pensava ali comigo “este povo aqui está é querendo trazer turistas pra este lugar e estão todos fingindo.” Então, ali parado e com muitas dúvidas, o meu filho Bruno com sete anos de idade puxou a minha blusa e me falou assim: “Pai, pergunta a Nossa Senhora como chama o meu anjo da guarda?” E eu respondi: “Que é isso menino, isso não existe, anjo não tem nome!”Bom meus irmãos, passados aproximadamente 30 ou 40 minutos, e terminado as aparições, aconteceu que uma criancinha que estava lá em cima, junto com as outras conversando com Nossa Senhora ,saiu de lá correndo, passou no meio do povo e chegou perto de mim e do Bruno, pegou a mão do Bruno e falou assim: “Bruno, Nossa Senhora mandou te falar que o teu anjo da guarda se chama Rafael.”Confesso que quase desmaiei naquela hora e foi assim que passei acreditar nas aparições de Nossa Senhora em Piedade dos Gerais. A todos fiquem com Deus e muita paz de Nossa Senhora da Piedade!

 

Jose Eustaquio Neto ( Primeira visita ao Vale,na total dúvida sobre as Aparições , São Francisco-MG )

 

Sexta, 18 Janeiro 2013 08:57

Testemunho de Osvaldino : Mais de 25 anos de Caminhada

Escrito por
"Sou Ministro da Eucaristia deste 87,estive no Vale mais de 180 vezes e quero voltar no Carnaval e na Semana Santa com Romaria.Confesso que tive a graça de levar mais de mil pessoas em Piedade,nunca houve um só Contra Testemunho,todos querem voltar.Minha esposa Vanilda e meus 3 filhos foram 4 vezes no Vale comigo.Sou Padrinho da Marilda e irmão de todos os moradores da Comunidade Fraterna.O que mais me impressiona na Caminhada é sentir a presença de Deus e N.Sra na vida dos moradores do Santuário da Mãe de Piedade.Convido a todos para visitar o Vale,com certa urgência,o amanhã esta muito longe e o ontem ficou para traz,busque Deus hoje na sua vida.Feliz 2013,Feliz Páscoa,abraço fraterno,Osvaldino Guimarães"
Osvaldino Guimarães ( Misionário de N.Sra , Patos de Minas )
 
 
 
 
 
Segunda, 14 Janeiro 2013 07:45

Testemunho de Cleide Campos : Meu Amor pelo Vale.

Escrito por
20130110223619 vale im. 113"Fui escolhida por Jesus e chamada por Maria Santíssima, para ser soldado na batalha pelo triunfo do Seu Imaculado Coração. Soube desde o começo, que minha missão é evangelizar através das mensagens do Céu, em todos os lugares onde esteja. Agradeço a Deus-Trino por ter este privilégio, embora saiba que sou um "grão de areia no meio do deserto", mas com a Luz do Espírito Santo, me tornei um grão de mostarda, pois "tudo posso, Naquele que me fortalece". Para mim, ficar muito tempo longe do Vale (Santuário), é semelhante a ficar sem a Eucaristia. Graças a Deus, Nossa Senhora me chama sempre para retornar neste pedacinho do Céu aqui na Terra. Foi neste lugar que aprendi e continuo aprendendo muita coisa de Deus, me converti e recebi muitas Graças; uma delas: Deus através de São José e Nossa Senhora, me trouxe o "meu José":Carlos Roberto de Oliveira. Tenho problemas como qualquer pessoa, mas ter Deus na minha vida é TUDO. Tenho o orgulho de relatar, que completei 19 anos de caminhada e o Sacramento do Matrimônio entre o Carlos e eu foi no dia 19 de setembro de 2009. Infelizmente não é possível narrar em palavras tudo o que sinto pelo Vale e por todos que conheci nele, então resumindo: Amor, Amor e Amor. Amém e Amém"
Cleide Campos dos Santos Oliveira ( Vigília na capelinha de São Francisco , São Paulo - Vila Joaniza )
 

Colóquios de Antônio Jota  com Frei Joaquim,  a partir de Outubro de 1987.

 

Meu nome é Antônio Batista Jota. Mudei-me para a cidade de Piedade dos Gerais, em 1948, e vim trabalhar aqui.

Em 1950 eu me casei, e me mudei em 1955 para Belo Horizonte. De vez em quanto eu vinha a Piedade dos Gerais para rever os amigos.

Em setembro de 1987, meu filho me disse que ficou sabendo que Nossa Senhora estava aparecendo em Piedade, mas não era para espalhar a notícia, porque os moradores estavam achando que era mentira. De imediato, senti vontade de ir até lá pessoalmente para saber o que estava acontecendo, mas me demorei um pouco devido à aposentadoria que estava para sair.

Quando foi no mês seguinte, logo que surgiu uma folga eu vim. Era outubro de 1987. Sempre que chego aqui, tenho o costume de visitar a Igreja onde meu irmão, Padre Mário Jota, foi vigário por muitos anos.

Ao chegar na Igreja, o Frei Joaquim (então pároco de Piedade) estava lá rezando. Eu terminei de rezar e ele também. Quando saí ele foi me acompanhando, me chamou e disse:

- Antônio, você veio aqui por causa do que está acontecendo na casa do Antônio da Côla? (Côla é a mãe de sr.Antônio)

- Sim, Frei Joaquim, eu vim aqui por causa disto! - Respondi.

- Não tem nada lá não! - Disse-me ele.

- O senhor me garante que não tem nada? – a esta pergunta ele deu de ombros e eu respondi:

- Se o senhor não me garante, eu vou lá ver!

Ele não me proibiu e nada disse. Então eu segui o meu caminho.

Em outra ocasião, entrando na Igreja, vi o Frei Joaquim de pé diante do altar de Nossa Senhora da Piedade. Ele estava olhando para a imagem como se estivesse orando piedosamente. Então eu procurei me retirar da Igreja para não perturbá-lo na meditação; quando ele se virou para trás e acenou com a mão me chamando, e disse, com os olhos cheios de lágrimas:

-  Antônio, eu também amo Nossa Senhora!

- Eu sei, Frei Joaquim, que o senhor ama muito Nossa Senhora! O senhor é um exemplo para nós deste amor! - Respondi.

Ele me falou isto e se assentou numa poltrona de palhinha, perto do altar, onde costumava rezar o breviário todas as manhãs. E eu me retirei.

Poucos dias depois, pela manhã, Frei Joaquim estava sentado na mesma poltrona de palha. Após fazer suas orações, eu me aproximei dele e lhe mostrei frases e trechos das mensagens que transcrevo em livros - se não me engano do quarto volume. Ele leu atenciosamente e disse:

- A menina fala isso!?

- Sim, Frei Joaquim. O senhor é que é mal informado ou não está sabendo. - A esta resposta veio outra pergunta:

- Você está fazendo isso para ganhar dinheiro?

- Não, Frei Joaquim – respondi calmamente - eu estou é gastando dinheiro.

- Você está fazendo um trabalho para a Igreja! Você tem onde guardar debaixo de chave? - perguntou-me curioso.

- Tenho sim, Frei Joaquim – ele me olhava curiosamente.

-         Se você não tiver, eu tenho cofre para guardar! O Senhor Arcebispo pode ler

isto...  E eu quero falar com a menina!

Procurei a Marilda - a vidente porta voz de Nossa Senhora - e falei com ela que o Frei Joaquim queria lhe falar.

Dias depois, a Marilda foi falar com ele. Ela esperou um pouco porque tinha receio dele, achando que o Frei Joaquim não gostava dela. Mas um belo dia a Marilda veio falar comigo, e estava muito contente:

- Sr. Antônio, o Frei Joaquim agora está gostando de mim. Ele até me chama para fazer leitura na Missa.

- É claro que ele gosta de você,  ele te aprecia muito – notei que seu rosto iluminara enquanto me ouvia.

No mesmo dia contei ao Frei Joaquim o que Marilda tinha me falado. Ele simplesmente sorriu.

Certa vez, Frei Joaquim me puxou pelo braço, fez-me assentar perto dele num dos bancos da Igreja, e me perguntou:

-  Antônio, aquela menina que diz ver Nossa Senhora está namorando?

- Está sim, Frei Joaquim. Ela já é moça, é natural que ela procure um namorado, pois ela não é freira e nem fez votos.

Pensei comigo: - Porque Frei Joaquim se preocupava com o namoro da Marilda e não se preocupava com o namoro das outras moças que estavam namorando na mesma época?

Em minhas vindas a Piedade, eu sempre ajudava na celebração da Santa Missa. Eu tocava órgão, fazia leituras e auxiliava no que fosse necessário. E minha amizade com Frei ia se fortificando.

Após uma destas celebrações, Frei Joaquim, puxando-me novamente pela mão e  assentando-me num banco da igreja, surpreendeu-me com a seguinte pergunta:

-  Antônio, você vai falar com o sr. arcebispo?

-  Não, Frei Joaquim. Eu não sei se ele quer conversar sobre isto! – respondi.

- Olha, Antônio, se o sr. arcebispo quiser um testemunho eu dou: Está havendo muitas mudanças de vida!

- Conversão, Frei Joaquim? - Notei que ele estava satisfeito.

- Conversão, não digo, mas mudanças de vida. Não posso dizer nada por que é segredo de confissão.

Devido à veracidade das aparições de Nossa Senhora em Piedade dos Gerais, eu passei a visitar com mais freqüência a cidade e a fazenda onde ocorriam as aparições, local que posteriormente veio a ser chamado de  “Vale da Imaculada Conceição.”

Tenho muitos parentes em Piedade, por isso passava longos períodos acompanhando de perto estes acontecimentos.

Só agora escrevo estes colóquios, porque eu não podia colocar o Frei Joaquim em embaraços e também não tinha a sua permissão. Ele me dizia estas coisas somente quando estávamos a sós, e quando se aproximava alguém, ele mudava de assunto.

Agora, alguns anos após a sua morte, quero dar testemunho daquilo que o Frei Joaquim testemunhou para mim sobre as aparições de Nossa Senhora em Piedade dos Gerais.

Perdoe-me, Frei Joaquim, por colocar estes colóquios. Não tive autorização do senhor para isto quando vivia, e nem agora após a sua morte. Se eu o estou ofendendo e também a Deus por isto, perdoe-me, e peça a Ele perdão por mim.

Quem ler estes escritos não é obrigado a dar crédito, pois não houve testemunha disto. Só vale aqui a minha palavra se eu merecer crédito.

 

Piedade dos Gerais, 19 de Março de 2000

 

 

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